Férias

Vale a pena vender 1/3 das férias? A conta que pouca gente faz

O abono pecuniário permite vender até 1/3 das férias. Veja as vantagens, os pontos de atenção e quando faz sentido trocar 10 dias de descanso por dinheiro.

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Todo ano surge a mesma dúvida na hora de marcar as férias: vale a pena vender uma parte e receber em dinheiro? Essa opção tem nome — abono pecuniário — e é um direito garantido pela CLT. Mas, como toda decisão financeira, tem dois lados.

Como funciona o abono pecuniário

O artigo 143 da CLT permite converter até 1/3 das fériasem dinheiro. Na prática, em vez de tirar 30 dias de folga, você descansa 20 e “vende” 10 ao empregador, recebendo o valor correspondente junto com as férias.

A grande vantagem: isenção de imposto

O abono pecuniário e o 1/3 sobre ele são isentos de INSS e Imposto de Renda. Isso significa que esses dias vendidos chegam “limpos” na sua conta, sem os descontos que incidem sobre o salário comum. É o que torna a opção financeiramente atraente.

O outro lado da moeda

A contrapartida é óbvia: você descansa menos. Férias existem para a sua saúde física e mental, e abrir mão de 10 dias todo ano pode cobrar um preço a longo prazo. Vale a pena quando o dinheiro extra resolve algo concreto — uma dívida, um objetivo — e não apenas por hábito.

Quanto rende vender 1/3

Para decidir com clareza, ajuda ver o valor na ponta do lápis. Use a nossa calculadora de férias, que já considera a opção de abono pecuniário, e compare quanto você recebe com e sem a venda dos dias.

Veja quanto você vai receber de férias

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Referência e Fonte Oficial

Este artigo e os motores de cálculo associados foram desenvolvidos em total conformidade com a legislação trabalhista brasileira.

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